A vida e morte clandestina
No portão da esternidade
A agonia da sombra de tua falta
Me faz pensar sobre o amor.
Onde está meu amor?
Leve e envolto em tão mistério
Longe e distantante de mim
Pura como o Lírio é a flor,
É a flor mais bela que eu quero.
A vida e a morte clandestina
me dá o brilho do sol
mas sem o os olhos da flor
sem os olhos do Lírio que me guia,
me perco, e tudo é escuridão
Tudo é agonia, tudo é sofrimento.
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